Quem somos

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Comunhão

“O quão bom e suave é que os irmãos vivam em união”. Salmos 133:1
A vida é feita de socialização, nós todos somos movidos pela necessidade de amigos, familiares, ou seja, pessoas.
Ter alguém ou algo para conversar ou fazer companhia é sempre bom, mas se torna complicado quando esse ‘alguém’, não nutre amor ou carinho verdadeiro por você e nem você por ele.
A comunhão verdadeira é aquela que se matem pela sinceridade e amor real um pelo outro.
Quando se fala em comunhão, logo se pensa em pessoas reunidas, risadas e felicidade, mas a verdadeira comunhão vai muito, além disso, ela também envolve o choro, a tristeza, o luto, o respeito, a humildade e etc.
Por quê?
Porque a comunhão é o resultado de muitas pessoas juntas, com seus problemas, suas falhas e suas vidas diferentes, que se juntam por um motivo igual pra todos, e também gostam da companhia uma da outra, elas olham uma pela outra, se preocupam, se sacrificam para o bem de todos, comunhão é a felicidade que se encontra em estar com pessoas que você goste, nos momentos de riso e de choro.
E o melhor é saber que Deus se agrada dessa comunhão, porque apesar de todo o seu poder, justiça e julgo, Deus é amor e ele nos deu o amor para que possamos compartilhar com os nossos irmãos. A comunhão é o que nós tornamos próximos de Deus e dos nossos irmãos, porque os dois maiores mandamentos ditos por Jesus são:
“Que amem a Deus de todo o seu coração” e:
“Ame o seu próximo como você ama a si mesmo.”
Estar em comunhão é poder estar com que te faz feliz e te faz sentir como uma família, estar em comunhão é uma das melhores formas de chegar perto de Deus, então cultive bons amigos, faça fortes laços familiares e tenha sempre no seu coração o amor sincero.
Que o amor de Cristo sempre seja o nosso também.
Fiquem com Deus amados.
Levi

domingo, 19 de junho de 2011

Família

Há algo mais sagrado? Há algo mais sincero?
Ao olharmos para nossas famílias normalmente pensamos logo em suas falhas, naquilo que mais nos irrita ou que mais nos chateia. Às vezes esquecemos o quanto o calor do abraço de uma mãe ou de um pai com toda aquela proteção nos faz sentir que somos amados.
Apesar de todas as brigas que possam vir a acontecer, nunca esqueçamos de que foram eles que nos deram tudo e nos formaram assim como nós somos.
Nós carregamos dentro de nós marcas do amor de nossos pais. Somos uma versão combinada deles.
Pare um pouco para pensar na sua família. Este é um dos maiores presentes que Deus nos deu e temos que honrá-lo, em cada momento de nossa vida. Não sei o que pode estar se passando em sua casa hoje, brigas, falta de respeito ou até mesmo ódio e desprezo.
Mas uma coisa eu sei, você, hoje, tem o poder de começar a mudar isso, ore a Deus pela sua casa, peça para que através da sua vida haja real mudança no seu lar.
E Deus é fiel e justo para te ajudar.


A paz que só Jesus pode lhe dar.
Amorosamente,
Levi

terça-feira, 7 de junho de 2011

Pegadas na areia

Uma noite eu tive um sonho... Sonhei que estava andando na praia com o Senhor e através do céu, passavam cenas da minha vida. Para cada cena que passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia: um era meu e o outro era do Senhor. Quando a última cena passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas na areia e notei que muitas vezes, no caminho da minha vida, havia apenas um par de pegadas na areia. Notei também que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. Isso me aborreceu muito e perguntei então ao Senhor:

- Senhor, você me disse que, uma vez que resolvesse te seguir, Você andaria sempre comigo, em todo o caminho. Mas, notei que durante os meus maiores problemas da minha vida, havia apenas um par de pegadas na areia. Não compreendo porque nas horas em que eu mais precisei do Senhor, o Senhor me deixou sozinho.

O Senhor me respondeu:

- Meu querido filho. Jamais eu te deixaria nas horas de provas e de sofrimento. Quando você viu, na areia, apenas um par de pegadas, eram as minhas. Foi exatamente aí que eu te carreguei nos braços.